5 curiosidades sobre o Atlético Goianiense

Publicado em 12 de jan. de 2025 2 minutos de leitura

No dia 2 de abril de 1937, um grupo de jovens do Bairro de Campinas, em Goiânia, fundou o clube mais antigo da capital de Goiás, o Atlético Clube Goianiense. Que tal saber algumas curiosidades sobre esse time?

– O dragão foi escolhido como mascote do Atlético Goianiense pelos dirigentes do clube ainda nos anos 30. A figura mitológica chinesa era popular no bairro de Campinas graças aos filmes de kung fu exibidos no cinema local. Décadas depois, o mascote foi batizado Dragolino, em homenagem ao zagueiro Leandro Lino de Freitas, autor do gol que deu o título do Campeonato Goiano de 2014 ao time.

– Além do distintivo com as iniciais do nome do clube sobrepostas em diagonal e do símbolo com as letras dispostas em um retângulo acima de um triângulo rubro-negro, em 2020, o Atlético passou a contar com um terceiro escudo. A nova marca mantém o preto e o vermelho, a sigla ACG e as três estrelas, que representam as conquistas dos títulos brasileiros da Série B, em 2016, e da Série C, de 1990 e 2008, mas tem um formato inovador.

– As cores do Atlético Clube Goianiense foram escolhidas inspiradas no Flamengo e o escudo, no São Paulo, times para os quais os fundadores do ACG torciam na época.

– O Estádio Antônio Accioly foi construído sobre o campo de terra onde aconteceu a primeira partida do Dragão, em 8 de maio de 1938, contra o Anápolis Sport Club. A doação do terreno pelo Governo do Estado de Goiás só aconteceu na década seguinte e o estádio, com muro, foi inaugurado oficialmente em 14 de setembro de 1947. Na ocasião, o Atlético venceu o Buriti Esporte Clube por 5 a 0. A princípio, o estádio seria chamado de Arthur Friedenreich, em homenagem ao craque nacional da época, mas a torcida do Atlético fez um abaixo-assinado para que o seu primeiro presidente desse o nome oficial ao Castelo do Dragão.

– No início do século, o Atlético Goianiense passou por uma grande crise. O Dragão foi rebaixado, em 2000, para a Série C do Brasileiro e, em 2003, para a divisão de acesso do estadual. Os problemas em campo aconteceram em meio a uma crise administrativa. O Estádio Antônio Accioly foi abandonado e, em 2001, chegou a ser parcialmente demolido para a construção de um shopping no local. Um dos fundadores entrou com uma ação na Justiça para impedir a obra e ele foi reerguido em 2005. Em 2020, o estádio passou por novas modificações para poder receber jogos da série A do Brasileirão e aumentou sua capacidade para 12.500 espectadores.

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